Um dia, quando era (mais) criança, estava eu a jogar à bola com o Cajó e o Joca, e a minha mãe da janela da sala gritou aquelas palavras que tanto me assombraram a infância: "Franciscooo, vem pra dentro!" e enquanto limpava a narina direita criei a ideia de que a vida é injusta, e fui para casa, enquanto colava o macaco às minhas calças de ganga! 3 urras à internet, por me permitir partilhar as longas horas de insónias com diarreia mental, que ternamente apelido de: Puns de Cabeça.

23 março, 2006

Casamento ou funeral?!?!


Em conversa com uma velha amiga, surgiu aquele tema que tantas disfunções erécteis provoca: o casamento! (situação que muitas vezes nem o comprimido azul resolve) Pois bem, mas não é desse problema sexual que vou tratar neste post.
O que realmente me intrigou foi o facto de as pessoas querem simular o que realmente interessa! Quero eu dizer que, quando se fala em casamento, todos pensam impreterivelmente numa festa. E realmente o que se deseja é uma festa, mas não aquela onde vão todos os familiares que já não vemos desde 1980, outros que nunca os vimos mais gordos mas que os nossos pais acharam importante convidar. A festa passa-se imediatamente depois, na noite de núpcias, aí sim, venha a festa e que esta se prolngue por mais quinze dias num local paradisíaco no outro lado do mundo!!
Claro que só depois nos percebemos que acabámos de festejar o nosso funeral... não é por acaso que os mais experientes dizem: "Bem vindo à forca" e "Vais-te casar?! Os meus pêsames"
Conclusão: no casamento só lá vão os familiares porque se trata de um funeral, caso contrário sería uma grande festa com os nossos melhores amigos, terminando com uma bebedeira das grandes.
Quem no seu perfeito juízo convida toda a família para uma grande bebedeira, onde o grande momento é terminar no quarto a acasalar como fazem os coelhinhos?!?!

20 março, 2006

Nova espécie de puns descoberta!


Na ultima semana descobri uma coisa muito curiosa... afinal há mais do que dois tipos de puns!!
Além dos puns de cabeça, que a todos já dei a conhecer, e dos puns mais conhecidos por flatos ou, ainda mais carinhosamente por bufas (isto para entrar pelo calão a dentro), dou agora entrada aos puns de coração...
Esta união entre duas palavras tão distintas (puns e coração) torna-se, por serem tão diferentes, lógica e ideal. Por um lado o romantismo e a beleza dos puns, e por outro lado o imundo, pouco romântico e incómodo coração.
Então, resta-me apenas referir como descobri os meus puns de coração... estava eu, com a minha dama deitada sobre o meu esbelto peitoral, quando ela diz as seguintes palavras que ainda hoje ecoam nos meus canais auditivos; "O teu coração está a fazer pum pum..."
Por um lado fiquei feliz por saber que ele continua a funcionar e por outro lado que o meu coração tem uma relação tão próxima com o meu cérebro como com o meu anús!!